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Mais jovem denuncia estupro por filho de subsecretário estadual

Tempo Real RJ

Na última terça-feira, 3 de outubro, uma nova denúncia de estupro chegou à 12ª Delegacia de Polícia, localizada em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. A vítima, acompanhada de sua mãe, relatou ter sido agredida sexualmente por um dos suspeitos envolvidos em um ataque coletivo que ocorreu em janeiro deste ano, quando uma adolescente de 17 anos foi estuprada. O caso já conta com três vítimas, todas alegando que o principal suspeito é Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, filho de José Carlos Costa Simonin, subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa.

Denúncias e investigações em andamento

O delegado Angelo Lages, responsável pela investigação, confirmou que o registro da nova denúncia estava sendo realizado no momento da abordagem. Ele destacou que as investigações estão apenas no início, o que permite a possibilidade de novas vítimas surgirem. O caso atraiu grande atenção pública, dada a gravidade das acusações e a relação familiar de um dos suspeitos com um funcionário público.

Suspeitos envolvidos no caso

Além de Vitor Hugo Simonin, outros três homens adultos e um adolescente estão sendo investigados por envolvimento no estupro coletivo que ocorreu em 31 de janeiro. Até o início da tarde de terça-feira, dois dos suspeitos, Mattheus Verissimo Zoel Martins, de 19 anos, e João Gabriel Xavier Bertho, também de 19 anos, se entregaram à polícia. Enquanto isso, Vitor e Bruno Felipe dos Santos Allegretti, igualmente com 18 anos, permanecem foragidos. A Polícia Civil continua as buscas para localizar Vitor, que ainda não foi encontrado.

Outras vítimas e relatos de agressões

Na segunda-feira anterior, outra jovem, agora com 17 anos, também registrou uma denúncia contra pelo menos dois dos réus. Ela afirmou que, quando tinha 14 anos, foi estuprada por eles. A jovem relatou ter mantido um relacionamento com o menor de idade envolvido no caso, que também é mencionado nas investigações do estupro coletivo. Durante seu depoimento, a adolescente revelou que foi convidada a ir à residência de um dos acusados, onde teria sido agredida sexualmente. Além disso, ela mencionou que os suspeitos gravaram imagens do crime e as divulgaram.

Ação da Justiça e do Ministério Público

A situação do menor envolvido no caso é tratada separadamente. A polícia desmembrou o inquérito e encaminhou uma representação ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitando a apreensão do adolescente, que é investigado por ato análogo ao crime de estupro. O caso agora está sob análise da Vara da Infância e da Juventude, que determinará as próximas ações a serem tomadas em relação ao menor.

Repercussão social e medidas de segurança

As denúncias de estupro coletivo em Copacabana geraram uma onda de indignação na sociedade, levantando questões sobre a segurança pública e a proteção das vítimas. A denúncia de uma terceira jovem reforça a necessidade de um acompanhamento mais atento por parte das autoridades, além de ações preventivas para evitar que casos como este se repitam. Especialistas em direitos humanos têm chamado a atenção para a importância de apoiar as vítimas e garantir que as investigações sejam conduzidas de forma rigorosa e transparente.

Impacto na imagem pública do subsecretário

A implicação de um filho de uma figura pública em um caso tão grave levanta também discussões sobre a imagem pública do subsecretário José Carlos Costa Simonin. O fato de seu filho ser acusado de um crime tão sério pode impactar não apenas sua carreira, mas também a confiança da população nas instituições públicas. A sociedade aguarda um posicionamento oficial do subsecretário a respeito das acusações que envolvem seu filho e os desdobramentos do caso.

Fonte: https://temporealrj.com

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