O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) relatou que, nos primeiros sete dias da ofensiva militar denominada 'Epic Fury', forças americanas atacaram mais de 3 mil alvos no Irã. A campanha teve início às 1h15 do último sábado, 28 de outubro, e tem como principal objetivo desmantelar a estrutura de segurança do regime iraniano. Os ataques foram direcionados a instalações consideradas uma ameaça imediata, resultando em significativos danos à infraestrutura militar iraniana.
Objetivos da ofensiva
Os ataques têm como foco principalmente a infraestrutura militar e de comando das forças iranianas. O Comando Central divulgou que 43 navios iranianos foram danificados ou destruídos durante as operações. Entre os alvos atingidos estão centros de comando e controle, quartéis da Guarda Revolucionária, sistemas integrados de defesa aérea e bases ligadas ao programa de mísseis balísticos do país. Além disso, embarcações da Marinha iraniana, submarinos, posições de mísseis antinavio e instalações de comunicação militar também foram alvos dos ataques.
Balanço dos danos
De acordo com o balanço divulgado pelo Centcom, as operações têm sido intensivas e bem-sucedidas em atingir alvos estratégicos. O número de alvos atingidos e os tipos de instalações danificadas demonstram a magnitude da ofensiva e a determinação dos Estados Unidos em neutralizar a capacidade militar do Irã. A campanha inclui uma combinação de ataques aéreos e marítimos, visando reduzir a capacidade de resposta do país na região.
Equipamentos e estratégias utilizados
A ofensiva 'Epic Fury' é apoiada por um amplo arsenal militar. Os Estados Unidos estão utilizando bombardeiros estratégicos B-1 e B-2, além de caças avançados como F-15, F-16, F-18, F-22 e F-35. Também fazem parte da operação aeronaves de ataque A-10, drones MQ-9 Reaper e sistemas de guerra eletrônica como o EA-18G. Para garantir a eficácia das operações, os militares americanos empregam aviões de reconhecimento e vigilância, assim como sistemas antimísseis, incluindo o Patriot e o THAAD, que são projetados para interceptar ameaças balísticas.
Apoio naval e logístico
O suporte naval é uma parte crucial da operação, com a presença de porta-aviões nucleares, destróieres armados com mísseis guiados e aeronaves de patrulha marítima P-8. Para manter as operações aéreas em andamento, os militares estão utilizando aviões-tanque de reabastecimento e navios de apoio, além de aeronaves de transporte como C-17 Globemaster e C-130, que desempenham um papel vital na logística da campanha. O Comando Central também mencionou que a operação envolve capacidades militares adicionais que não foram divulgadas ao público, sugerindo uma estratégia ainda mais abrangente.
Repercussões e considerações futuras
A intensificação dos ataques dos Estados Unidos contra o Irã levanta preocupações sobre as repercussões na segurança regional e global. As ações militares têm o potencial de provocar uma escalada do conflito, afetando não apenas o Irã, mas também seus aliados e outros países da região. Além disso, as autoridades americanas estão considerando o uso de bombas de gravidade, o que poderia aumentar ainda mais a magnitude dos ataques. A comunidade internacional observa atentamente os desdobramentos da situação, enquanto a diplomacia se torna um elemento crítico na busca por soluções pacíficas para o conflito.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br