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Seleção Brasileira busca 12 patrocinadores para Copa do Mundo sem casas de apostas

Estadão

A Seleção Brasileira se prepara para disputar a Copa do Mundo, que acontece daqui a dois meses, com a expectativa de contar com pelo menos 12 patrocinadores. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está em fase final de negociação com a gigante do comércio online Amazon, visando consolidar o grupo de parceiros antes do torneio. Este movimento busca fortalecer o apoio financeiro e de marca à equipe nacional.

Desde dezembro, a CBF reformulou sua estratégia de marketing, dividindo o departamento em duas frentes: uma dedicada exclusivamente às negociações para as seleções, com foco no Mundial, e outra responsável pelas competições nacionais. Essa reorganização já resultou na assinatura de seis novos contratos, reforçando o planejamento da entidade para o ciclo da Copa do Mundo.

Os 11 patrocinadores já confirmados incluem nomes de peso como Nike, Itaú, Ambev, Vivo, Cimed, iFood, Uber, Volkswagen, Sadia, Google e a recém-anunciada Azul. Um detalhe importante é a ausência de empresas de apostas online, um setor que dominou os investimentos no futebol brasileiro nos últimos anos e está presente nas camisas da maioria dos grandes clubes. A própria CBF, por exemplo, tem a Betano como parceira nos naming rights da Série A e da Copa do Brasil.

A postura de distanciamento das empresas de apostas não se restringe apenas à negociação institucional. O técnico Carlo Ancelotti, principal figura cotada para comandar a seleção no Mundial e com negociação avançada para renovar até 2030, também evita parcerias com casas de apostas, segundo relatos de ex-diretores de marketing da CBF. Ancelotti, por exemplo, já firmou acordo com a Ambev, participando de eventos da marca durante o Carnaval.

FATURAMENTO E PROJEÇÕES

Os acordos firmados pela CBF contemplam, em grande parte, a presença dos parceiros também na Seleção Feminina. Isso inclui a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil em oito cidades. A projeção é que o faturamento desses contratos possa ultrapassar R$ 1 bilhão por ano, considerando a milionária renovação com a Nike, que se estende até 2038.

No entanto, a receita da CBF com patrocínios registrou uma queda em 2024, alcançando R$ 451,3 milhões, valor 15% inferior aos R$ 528 milhões de 2023. O balanço financeiro da confederação indica que a maior parte dessa arrecadação tem origem na seleção. Para 2025, os números ainda serão divulgados, mas há uma expectativa de nova redução, motivada pela saída de quatro marcas que não renovaram seus vínculos entre 2024 e 2025.

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Fonte: https://www.estadao.com.br

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