A busca pelo sono ideal é crucial para a saúde. Médicos especialistas destacam que tanto a falta quanto o excesso de descanso podem ser prejudiciais.
Conforme pneumologistas e cardiologistas, a quantidade de horas de sono impacta diretamente o bem-estar e pode sinalizar doenças silenciosas.
A recomendação é de ao menos sete horas por noite, com seis horas ainda razoáveis. Dormir menos eleva o risco de doenças cardiovasculares, hipertensão e obesidade.
O excesso de sono, por outro lado, também preocupa. Especialistas comparam a comer demais, pois gera "inércia", deixando a pessoa cansada ao acordar. O cardiologista Luciano Drager, do InCor, afirma que sono em demasia pode ser marcador de depressão, ansiedade ou apneia.
Ambos os extremos – pouco ou muito sono – estão associados a maior risco cardiovascular. Acordar cansado, mesmo após sono profundo, não é normal e pode indicar apneia, exigindo investigação.
Para quem compensa o sono na semana: um estudo com mais de mil pessoas indicou que estender o descanso no fim de semana pode reduzir a incidência de placa de gordura nas artérias.
A busca por um sono equilibrado e reparador segue como pauta fundamental para a saúde.