Desespero na Venezuela: famílias de desaparecidos clamam por máquinas pesadas após terremoto na noite de quarta-feira (24). A lentidão dos trabalhos gera frustração em cidades como Caraballeda.
Nos escombros, o desafio é imenso. A falta de equipamentos dificulta a remoção dos pesados detritos, aumentando a angústia dos parentes à espera de seus entes.
Ana Ancheta, em busca de um parente em Caraballeda, desabafou à Reuters: "Precisamos de máquinas. Esses detritos são pesados; não conseguem movê-los sozinhos".
O engenheiro industrial Alejandro Serrano, 33, relata um "forte cheiro de morte" no prédio desmoronado. Ele afirma que operadores de máquinas prometidos para a limpeza dos escombros ainda não surgiram.
Mais de 1.600 socorristas de diversos países, como México e Estados Unidos, chegaram à Venezuela. Eles se unem aos esforços, mas a carência de maquinário pesado segue como um obstáculo crucial para avançar no resgate.
A situação segue sendo monitorada, enquanto a população clama por mais apoio nas áreas afetadas.