Nesta quinta (2.jul.2026), uma pesquisa Atlas/Bloomberg revelou que 74,3% dos que conhecem o caso Jaques Wagner (PT-BA) acreditam em vantagens indevidas do senador com o Banco Master.
Líder do governo Lula no Senado, Wagner foi alvo de uma operação da Polícia Federal e, posteriormente, deixou a função, apesar de negar veementemente as acusações.
A investigação, batizada de Compliance Zero, mirou Wagner em 18 de junho com mandados de busca e apreensão. A PF apura suspeitas de fraudes financeiras, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master.
Após a ação, Wagner deixou a liderança do governo no Senado em 24 de junho, afirmando que sua prioridade é provar inocência. Ele admitiu proximidade com Augusto Lima, ex-sócio do banco, mas nega ter favorecido ilicitamente a instituição.
Apesar do desgaste, o senador recebeu apoio público de figuras como o presidente Lula, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Wagner, mesmo sob investigação, mantém bom desempenho em pesquisas para o Senado na Bahia.
O caso segue em apuração pelas autoridades competentes.