Uma agência de notícias ligada à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) publicou nesta terça-feira (28) um vídeo chocante. O material incita a morte da ex-primeira-dama dos EUA, Melania Trump, e detalha um plano de assassinato, mapeando seus locais habituais em Nova York.
O incidente ocorre em meio a uma grave escalada militar entre Estados Unidos e Irã. A gravação, que se apresenta como um 'guia' de execução, chega a ameaçar o filho do casal presidencial, Barron Trump.
O conteúdo, divulgado no canal oficial da agência Tasnim no Telegram, afirma ser baseado em 'informações obtidas por redes de inteligência anônimas'. O vídeo exibe esquemas sobre a operação do Serviço Secreto americano, mapeando a rotina de Melania Trump em lojas de alta-costura e alegando que isso a tornaria um alvo vulnerável.
As instruções operacionais sugerem o recrutamento ou suborno de funcionários e gerentes das lojas para facilitar o ataque. O material também aponta que a equipe de segurança de Melania opera de forma distinta da do presidente Donald Trump.
Entre os detalhes mais perturbadores, o vídeo observa que, em visitas oficiais, a segurança costuma lacrar lixeiras e bueiros. Por essa razão, a estratégia mais 'eficaz' seria o uso de agentes neurotóxicos, com a gravação detalhando quais substâncias químicas provocariam envenenamento sem deixar vestígios imediatos.
A ameaça direta ao filho do casal presidencial encerra o material com a frase: 'Isso é só o começo! Barron Trump, nos aguarde'.
A incitação ocorre no mesmo dia em que o governo iraniano confirmou ataques aéreos americanos que deixaram o Aeroporto de Bushehr, no sul do país, completamente inoperante. A porta-voz do Executivo iraniano, Fatemeh Mohajerani, informou que a infraestrutura precisará ser reconstruída 'desde os alicerces', e uma aeronave recém-adquirida foi destruída.
Além da infraestrutura aeroportuária, bombardeios dos EUA atingiram uma estação ferroviária e duas pontes estratégicas em solo iraniano. Em contrapartida, forças iranianas lançaram ataques contra posições e bases militares americanas no Oriente Médio, intensificando ainda mais o conflito.
A situação segue sendo monitorada pelas autoridades globais em meio à crescente tensão entre as duas nações.
Fonte: https://gazetabrasil.com.br