A Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão preventiva do rapper Oruam (Mauro Davi dos Santos Nepomuceno) nesta sexta-feira (1º), por decisão da juíza Tula Mello.
Ele era procurado desde fevereiro por desrespeitar medidas cautelares e violar o uso da tornozeleira eletrônica, mas agora terá as acusações iniciais reclassificadas.
A defesa informou que Oruam passará a responder apenas por lesão corporal leve e dano ao patrimônio público. Inicialmente, o Ministério Público o acusava de crimes mais graves, como tentativa de homicídio, resistência, desacato e ameaça.
Apesar da decisão de revogação, o rapper terá que seguir uma série de medidas cautelares. Entre elas, estão o comparecimento mensal ao cartório judicial e o recolhimento domiciliar diário, entre 20h e 6h.
Oruam também está proibido de manter contato com os outros réus do processo. Além disso, não poderá frequentar o Complexo do Alemão ou outras áreas consideradas de risco para operações policiais e cumprimento de mandados, conforme determinação judicial.
A mãe do artista, Márcia Nepomuceno, celebrou a decisão nas redes sociais, mencionando a gratidão e a continuidade das “batalhas pela frente”. O rapper ainda não se manifestou oficialmente sobre a decisão.
O caso segue em apuração pela Justiça.