Os Estados Unidos intensificaram nesta quinta-feira (3) as sanções contra o regime cubano, incluindo na lista negra o neto de Raúl Castro, Fidel Ernesto Castro Calis.
A medida também atingiu cinco empresas estatais ligadas a finanças e recursos naturais, visando pressionar as estruturas econômicas que sustentam o governo da ilha.
Fidel Ernesto Castro Calis é filho de Alejandro Castro Espín, figura ligada aos serviços de inteligência cubanos, que já havia sido alvo de sanções. Entre as entidades sancionadas estão o Banco Exterior de Cuba e companhias dos setores de combustíveis, petróleo e mineração.
Segundo o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a decisão faz parte de uma política de pressão econômica. Rubio afirmou que o regime comunista cubano representa uma ameaça para a segurança americana e a estabilidade regional.
As sanções impõem restrições às operações no sistema financeiro americano e bloqueiam ativos sob jurisdição dos EUA, dificultando relações comerciais. A medida ocorre em meio a forte tensão entre Washington e Havana, com a administração Trump buscando transformações políticas.
A situação entre os Estados Unidos e Cuba segue sendo monitorada.
Fonte: https://gazetabrasil.com.br