O domínio dos clubes brasileiros na Copa Libertadores da América se intensificou drasticamente nos últimos anos. Essa hegemonia se tornou um dos temas mais debatidos no cenário do futebol sul-americano, acendendo um alerta sobre a competitividade regional.
Desde 2020, as fases finais da principal competição de clubes do continente têm sido palco majoritário para equipes do Brasil. Essa sequência levanta questionamentos entre analistas e torcedores sobre o equilíbrio de forças e a capacidade dos times de outros países em igualar o nível dos brasileiros.
A crescente participação brasileira em semifinais e finais, muitas vezes com confrontos diretos entre si, contrasta com edições passadas que viam maior diversidade de clubes de diferentes nações. Esse cenário, embora celebre a força do futebol nacional, aponta para a necessidade de uma reação econômica, estrutural e futebolística dos clubes 'co-irmãos' para enriquecer a disputa.
Para muitos, uma maior competitividade externa é benéfica para o mercado interno e o desenvolvimento do futebol sul-americano como um todo. Manter a disputa acirrada entre diferentes países engrandece a Libertadores e o esporte na América Latina.