Gilberto Montezzi, morador de Maricá, recomeça sua vida em Itaipuaçu após três meses de acolhimento na Casa Abrigo Itaipuaçu.
A jornada, que incluiu suporte profissional intenso da Prefeitura de Maricá, culminou na conquista de um emprego formal e na própria moradia, um marco em sua autonomia.
O atendimento, oferecido pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania, foi focado nas necessidades individuais de Gilberto, preparando-o para o retorno ao mercado de trabalho e a retomada plena de sua cidadania.
Monique Freitas, coordenadora da Casa Abrigo Itaipuaçu, destaca que essa conquista vai muito além de ter um endereço. 'É uma história de vínculos, rupturas e projetos que precisam ser considerados', afirmou, sublinhando a dimensão humana do processo.
A coordenadora também enfatizou a relevância da atuação conjunta dos profissionais e da rede de proteção social. 'Nenhum cuidado se faz sozinho. É vital que a rede dialogue e acompanhe individualmente', explicou, pontuando que a moradia é um começo, não o fim.
Após o desligamento da unidade, Gilberto foi encaminhado ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e à Unidade de Saúde da Família (USF) de seu novo bairro. Isso garante a continuidade do acesso aos serviços e o acompanhamento necessário em sua nova fase.
A história de Gilberto é um exemplo do sucesso das políticas públicas de acolhimento, com acompanhamento contínuo dos serviços de proteção social da cidade.