A Polícia Civil avança nas investigações sobre a morte de Isabelle Caracristi, um caso que tem mobilizado as autoridades na região. Vinte e oito testemunhas já foram ouvidas até o momento.
O trabalho da equipe busca esclarecer as circunstâncias do ocorrido e a cronologia detalhada dos fatos que antecederam o possível suicídio da jovem.
Além das oitivas, treze laudos periciais foram produzidos por equipes especializadas do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). Esses documentos são cruciais para a análise técnica e forense do caso, fornecendo elementos científicos para a reconstituição dos eventos.
A intenção é traçar um panorama completo e preciso dos últimos momentos da jovem, compreendendo cada etapa que culminou na sua morte. A polícia trabalha incessantemente para dar respostas claras à família de Isabelle e à sociedade, que acompanha o desdobramento do caso.
A investigação segue sob sigilo para garantir a integridade das provas e a imparcialidade dos procedimentos, uma praxe em casos delicados. O caso permanece em apuração pelas autoridades competentes, sem prazo definido para a conclusão.