A coligação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação da chapa do então senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL).
A ação, protocolada antes do segundo turno das eleições de 2022, acusou suposto abuso de poder econômico e uso indevido de inteligência artificial e redes sociais, visando também a inelegibilidade de Flávio por oito anos.
O pedido de inelegibilidade incluiu Pablo Marçal e Tallis Gomes. Entre as alegações, a coligação citou a utilização de IA e a distribuição de conteúdo nas redes sociais. Empresas como Meta (Instagram, Facebook e WhatsApp) e X (antigo Twitter) teriam, segundo a ação, favorecido a candidatura do PL.
Outro ponto questionado foi um pagamento de R$ 600 mil da campanha de Flávio Bolsonaro à empresa de cibersegurança Elytron, que teria potencial para manipular eleições. O caso segue em apuração pela Justiça Eleitoral.