Fonte de dados meteorológicos: Wetter vorhersage 30 tage

PUBLICIDADE

Israel Retoma Cessar-Fogo Após Ataques e Mortes em Gaza; Trump Defende Resposta

Gazeta Brasil

O exército israelense anunciou a retomada do cessar-fogo na Faixa de Gaza nesta quarta-feira (29), após uma série de bombardeios contra alvos na região desde o dia anterior. A ação foi justificada como uma resposta às violações da trégua, com o exército afirmando que dezenas de alvos e combatentes foram atingidos.

Em comunicado, as Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram que, durante os ataques, abateram 30 indivíduos que ocupavam postos de comando dentro de organizações operantes na Faixa de Gaza, em conjunto com a de Segurança Shin Bet.

A escalada de violência ocorreu após a morte do sargento-mor Yonah Efraim Feldbaum, 37 anos, reservista do exército, em um ataque contra tropas na área de Rafah, no sul de Gaza. Feldbaum, operador de maquinário pesado e residente do assentamento de Neria, na Cisjordânia, foi morto quando terroristas palestinos abriram fogo contra uma escavadeira militar que operava no bairro Jenina, em Rafah. Após o ataque inicial, milicianos dispararam projéteis RPG contra as forças israelenses.

O incidente ocorreu no lado oriental da Linha Amarela, área sob controle israelense no âmbito do cessar-fogo. O exército israelense acredita que militantes ainda estão escondidos em “bolsões” de resistência na região, utilizando túneis para lançar ataques. Israel responsabilizou o Hamas pelo incidente, embora o grupo tenha negado envolvimento.

Fontes do Ministério da Saúde de Gaza reportaram 104 mortes devido às operações das Forças de Defesa, incluindo 46 crianças.

Apesar do aumento da tensão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o cessar-fogo em Gaza, apoiado pela Casa Branca, permanece em vigor. Afirmou que “nada vai pôr em perigo o cessar-fogo” e que os “terroristas” precisam entender que são “uma parte muito pequena da paz no Oriente Médio e têm que se comportar”. Trump defendeu o direito de Israel de usar a força e legitimou a resposta israelense após a morte do militar em Gaza, indicando apoio ao governo israelense.

Fonte: gazetabrasil.com.br

Leia mais

PUBLICIDADE