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Trump Libera Arquivos de Epstein: Segredos e Impactos da Decisão

G1

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou uma lei que determina a divulgação de todos os arquivos do governo americano sobre Jeffrey Epstein, financista condenado por crimes sexuais e encontrado morto em 2019.

A medida obriga o Departamento de Justiça a divulgar, em até 30 dias, todas as informações da investigação sobre Epstein. Dados ligados a apurações em andamento ou que representem invasão de privacidade poderão ser retidos.

O projeto de lei, que teve o apoio de Trump, foi aprovado pela Câmara dos Representantes e pelo Senado. A aprovação ocorreu após pressão de vítimas de Epstein e de membros do Partido Republicano. Anteriormente, Trump havia rejeitado a divulgação dos documentos, classificando-a como uma “farsa”.

Os arquivos a serem divulgados incluem documentos de investigações criminais sobre Epstein, como transcrições de entrevistas com vítimas e testemunhas, além de itens apreendidos em buscas. O material também reúne comunicações internas do Departamento de Justiça, registros de voos e nomes de pessoas e entidades ligadas a Epstein.

Esses arquivos são distintos das mais de 20 mil páginas de documentos do espólio de Epstein divulgadas pelo Congresso, que incluem mensagens de Epstein sobre Trump.

Trump afirma que foi amigo de Epstein por anos, mas que eles se desentenderam no início dos anos 2000. Ele nega qualquer irregularidade em relação a Epstein.

A família de Virginia Giuffre, uma das vítimas de Epstein, que morreu por suicídio, declarou que a sanção do projeto de lei por Trump foi “fenomenal” para Giuffre e outras sobreviventes.

Epstein foi encontrado morto em 2019 em sua cela em Nova York. Ele estava detido sob acusações de tráfico sexual e já havia sido condenado em 2008 por solicitação de prostituição de menor.

O ex-empresário mantinha vínculos com figuras influentes, incluindo membros da realeza, políticos e personalidades da mídia.

Com a sanção da lei, a procuradora-geral dos EUA é obrigada a divulgar “todos os registros, documentos, comunicações e materiais de investigação” não classificados ligados a Epstein e à cúmplice Ghislaine Maxwell em até 30 dias após a promulgação da lei. Maxwell cumpre pena por tráfico sexual.

No entanto, trechos podem ser retidos se considerados invasão de privacidade ou ligados a investigações em andamento. Um dos autores da proposta manifestou preocupação com a possibilidade de parte dos arquivos ser retida sob justificativa de investigações em andamento.

Fonte: g1.globo.com

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