O lateral-esquerdo Douglas Santos surpreendeu o mundo do futebol ao se firmar como titular absoluto da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, dez anos após sua última partida com a camisa amarelinha.
Sua ascensão, comandada pelo técnico Carlo Ancelotti, marca a volta de um atleta que parecia distante dos holofotes, tornando-se peça fundamental na estratégia defensiva brasileira.
Ancelotti, ao assumir a equipe, identificou uma carência nas laterais e direcionou sua busca para jogadores com forte desempenho defensivo. Douglas Santos, que atua pelo Zenit, da Rússia, foi observado justamente por essa característica.
A solidez e vitalidade do lateral foram decisivas, mesmo sem disputar competições europeias com seu clube. Antes, sua única aparição pela Seleção principal havia sido em 2016, ano em que conquistou o ouro olímpico sub-23 no Rio.
Desde que foi lembrado pela comissão técnica, impulsionado por uma sugestão de Davide Ancelotti, Douglas se consolidou. Ele já soma dez jogos na era Carletto, um dos mais utilizados, mostrando a total confiança do treinador.
Sua trajetória é um exemplo da busca da comissão técnica por solidez e dedicação tática na atual fase da Seleção.