O preconceito contra a idade, conhecido como etarismo, ainda afeta profissionais em diversas áreas, mas no esporte, grandes nomes continuam a provar que talento e alta performance não têm prazo de validade.
Enquanto a sociedade por vezes desvaloriza a experiência, exemplos de craques do futebol e de outras modalidades mostram que a bagagem acumulada é um diferencial decisivo no auge da carreira.
Jogadores como Cristiano Ronaldo, aos 41 anos, seguem em altíssimo nível, buscando marcas históricas como a de mil gols até o final da temporada. Lionel Messi, aos 39, encantou em sua sexta Copa do Mundo, mostrando que a habilidade se aprimora com o tempo.
Outros ícones como o goleiro Manuel Neuer, aos 40, e Fábio, do Fluminense, que aos 45 anos ainda fecha o gol com atuações de destaque, reforçam a tese de que a idade é apenas um número em campo.
A história do futebol é rica em exemplos, como Nilton Santos, bicampeão mundial em 1962 aos 37 anos, e Zoff, que conquistou o mundo em 1982 com 40. Esses atletas demonstram que a experiência pode levar a resultados extraordinários, contrariando a ideia de que a produtividade diminui com os anos.
A discussão sobre a valorização da experiência e o combate ao etarismo segue relevante em todos os setores da sociedade, incentivando a reflexão sobre o verdadeiro valor do talento independentemente da idade.