O SP Open, torneio WTA 250 de tênis, inicia sua segunda edição neste sábado (12) em São Paulo, e o diretor Lui Carvalho destaca a importância de Bia Haddad Maia para o evento.
Apesar da ausência da tenista brasileira, em pausa na carreira, Carvalho afirma que o campeonato só se tornou realidade graças à sua influência e desempenho no circuito mundial.
Em entrevista, Lui Carvalho não economiza elogios à atleta, considerada por ele a segunda maior tenista brasileira de todos os tempos. “Ela é a razão pela qual o SP Open existe, sem dúvida alguma”, afirma o diretor.
Ele explica que a ideia do torneio surgiu de um desafio: Bia cobrava a criação de um WTA no Brasil, e Lui prometeu concretizá-lo quando ela alcançasse o Top 20. A tenista atingiu essa marca em agosto de 2022, abrindo portas para o projeto.
A segunda edição do SP Open, embora sem a participação de Bia Haddad, promete um elenco ainda mais forte. Nomes como a canadense Leylah Fernandez, vice-campeã do US Open 2021, e a espanhola Paula Badosa, ex-número 2 do mundo, estão confirmados.
Outras atrações incluem Yulia Putintseva, do Cazaquistão, e a alemã Eva Lys. A evolução no nível das competidoras é atribuída ao sucesso e à boa impressão deixados pela primeira edição, conforme Carvalho.
Um grande diferencial do evento é a quadra cheia desde as fases qualificatórias, fato que surpreende as jogadoras e consolida a credibilidade do torneio junto ao público e ao circuito internacional.
O SP Open promete grandes partidas, consolidando-se no calendário do tênis mundial.