Cientistas e engenheiros testam intensamente a nova bola "Trionda", da Copa do Mundo de 2026, em túneis de vento no Japão e Inglaterra.
O objetivo é assegurar performance ideal, evitando falhas de aerodinâmica como as da polêmica Jabulani em 2010.
A Trionda, com apenas quatro gomos e cores dos países-sede (Canadá, EUA e México), é um marco. Menos gomos poderiam, em tese, deixá-la mais lisa.
Para evitar desvios imprevisíveis, como os da Jabulani, a Adidas investiu em costuras profundas e textura na superfície, tornando-a mais "áspera".
Testes em túnel de vento simulam o comportamento real da bola, medindo sua resistência do ar e forças laterais ou de subida.
Os resultados mostram que a Trionda atinge o ponto crítico de arrasto a 43 km/h, bem antes da Jabulani (90 km/h). Isso indica um voo mais previsível e estável.
A expectativa é por um desempenho superior, que eleve o nível do jogo na próxima Copa do Mundo.