O Ministério do Comércio da China rebateu na terça-feira (28.jul.2026) acusações internacionais de excesso de capacidade industrial, afirmando que a produção reflete a dinâmica do mercado.
A defesa surge em meio a crescentes tensões e críticas de grandes economias, que justificam barreiras comerciais citando um "Choque Chinês 2.0".
Em documento oficial, Pequim pediu uma avaliação objetiva das disputas, priorizando a cooperação. O vice-ministro Yan Dong acusou países de politizar questões comerciais por preocupação com competitividade.
O estudo chinês argumenta que a capacidade é dinâmica e desajustes temporários são comuns. A taxa de utilização industrial foi de 73% no 2º trimestre de 2026, com quedas em setores tradicionais, mas alta em tecnologia.
A China rejeita a visão de que subsídios criem excesso, defendendo que incentivam a inovação e corrigem falhas de mercado, prática comum. O país não busca superávit comercial deliberado.
O ministério defende a China como centro de cooperação industrial global, buscando uma "Oportunidade China 2.0" para a economia mundial.