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Ciro Gomes Retorna ao PSDB e Ataca Lula: “Quem Tem Moral Para Discutir Corrupção?”

Gazeta Brasil

Em cerimônia de filiação ao PSDB, partido pelo qual governou o Ceará na década de 1990, o ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes fez duras críticas ao PT e ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O evento, realizado nesta quarta-feira (22), contou com a presença de representantes de diversos partidos, incluindo PL, União Brasil, Cidadania e Avante.

Ciro Gomes, que já foi candidato à Presidência, questionou alianças passadas do PT, mencionando a escolha de José Alencar (PL) como vice de Lula e Michel Temer (MDB) como vice de Dilma Rousseff. Ironizou ainda a recente escolha de Geraldo Alckmin (PSDB) como vice de Lula, questionando a coerência do partido.

“Repare bem: quando Lula se elege, chama o José Alencar, do PL. Aí tudo bem, pode fazer aliança com o PL… Quando agora mais recentemente o Lula quis se reeleger, quem ele chamou para ser seu vice? Geraldo Alckmin, fundador do PSDB”, declarou.

O ex-governador lançou um desafio sobre a moralidade do PT, questionando: “Pode trazer as diferenças. Quero ver quem tem moral para fazer essa discussão. Aqui não tem ladrão. E lá? Dá para dizer isso?”.

Durante a cerimônia, estiveram presentes figuras como André Fernandes (PL-CE), Capitão Wagner (União Brasil-CE), Roberto Cláudio (União Brasil-CE), Rodrigo Nogueira (Avante) e Alexandre Pereira (Cidadania).

Ciro Gomes classificou a atual gestão federal como “a mais corrupta da história”, afirmando que Lula já liberou R$ 63 bilhões para “a roubalheira generalizada”, superando os valores de emendas liberadas no governo anterior. Criticou ainda a oposição sectária e a propaganda oficial do governo, que, segundo ele, apresenta um cenário otimista irreal. Apontou também problemas como a precariedade do emprego e a dependência dos programas sociais federais no país.

A filiação de Ciro ao PSDB foi anunciada na última sexta-feira (17) e marca, segundo ele, um “recomeço de sua vida pública”, consolidando sua posição como crítico do PT e da atual gestão federal. Sua saída do PDT ocorreu após o partido decidir apoiar o governo do petista Elmano de Freitas, uma aliança que Ciro considerava insustentável.

Fonte: gazetabrasil.com.br

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