O Corinthians deflagrou uma força-tarefa para recuperar o gramado da Neo Química Arena, em São Paulo, após recentes e intensas críticas sobre sua má condição.
Considerado antes como um dos melhores do país, o campo foi alvo de queixas de jogadores e técnicos, que relataram excesso de areia e joelhos ralados.
A mobilização do Corinthians, em conjunto com a World Sports (empresa responsável pelo gramado), intensificou-se para reverter a situação. O campo da Arena passou a receber doses concentradas de fertilizantes e produtos agronômicos. O objetivo é aumentar a densidade da grama e fixar melhor a camada de areia, tornando o terreno mais firme e menos abrasivo para os atletas.
A expectativa do clube é que o gramado apresente melhora gradativa, atingindo sua condição ideal por volta de meados de setembro. A causa principal do problema foi o acúmulo de matéria orgânica após quase dez anos de uso, que prejudicava a drenagem e deixava a superfície escorregadia, o que levou à troca total da grama.
A substituição do gramado deveria ter começado antes, durante a pausa para a Copa do Mundo, mas foi adiada porque a Neo Química Arena foi usada pela CBF para um amistoso da seleção feminina. A World Sports explicou que o tipo de grama implantada necessita de mais tempo para maturação completa do que o período disponível até o retorno dos jogos.
A situação do gramado segue sendo monitorada de perto pela diretoria do clube e pela empresa responsável.