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CPI do Crime Organizado: Bolsonaro e Moro entre os Titulares

Gazeta Brasil

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado será instalada no Senado Federal na próxima terça-feira (4). O objetivo principal é investigar a estrutura, expansão e funcionamento de milícias e facções criminosas atuantes em todo o território nacional. A comissão será composta por 11 membros titulares e 7 suplentes, com um prazo inicial de 120 dias para a conclusão dos trabalhos.

Entre os senadores confirmados como titulares da CPI, destacam-se Flávio Bolsonaro (PL-RJ), atual presidente da Comissão de Segurança Pública do Senado, e o senador Sergio Moro (União-PR). A bancada governista terá representantes como Rogério Carvalho (PT-SE), líder do partido no Senado, e Jaques Wagner (BA), líder do governo na Casa. Fabiano Contarato (PT-ES), ex-delegado, atuará como suplente.

Alessandro Vieira (MDB-SE), autor do requerimento que deu origem à CPI, é cotado para assumir a relatoria. Vieira enfatizou a importância da comissão para compreender a rede de influência e o alcance das organizações criminosas no Brasil.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou a instalação da CPI, ressaltando que ela irá apurar a estruturação, a expansão e o funcionamento do crime organizado, com foco na atuação de milícias e facções.

A criação da CPI ganha relevância no contexto da recente megaoperação policial no Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho. O episódio reacendeu o debate sobre o enfrentamento ao crime organizado e a necessidade de articulação entre os poderes para combater a violência.

Além de Bolsonaro e Moro, a CPI também contará com a participação dos senadores Marcos do Val (Podemos-ES), Otto Alencar (PSD-BA), Nelsinho Trad (PSD-MS), Jorge Kajuru (PSB-GO) e Magno Malta (PL-ES).

Outros suplentes já indicados são Marcio Bittar (PL-AC), Zenaide Maia (PSD-RN) e Eduardo Girão (Novo-CE), além de Contarato. Ainda faltam indicações para completar o quadro de suplentes. A presidência da CPI está em fase de negociação entre os blocos partidários, mas há consenso sobre a prioridade dos trabalhos nas próximas semanas.

Fonte: gazetabrasil.com.br

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