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CPI do Crime Organizado Mira Governadores e Ministros; Moraes Fica de Fora

Gazeta Brasil

A CPI do Crime Organizado aprovou nesta terça-feira o plano de trabalho que prevê a oitiva de 11 governadores e diversos ministros do governo federal. O relator da CPI, senador Alessandro Vieira, enfatizou que o objetivo é analisar as políticas públicas de combate ao crime organizado e suas operações em todo o país. A convocação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi descartada.

Entre os governadores que deverão prestar esclarecimentos estão Cláudio Castro (RJ), estado sede do Comando Vermelho (CV), e Tarcísio de Freitas (SP), estado sede do Primeiro Comando da Capital (PCC). Também foram convocados os governadores Clécio Luís (AP), Jerônimo Rodrigues (BA), Raquel Lyra (PE), Elmano de Freitas (CE), Paulo Dantas (AL), Jorginho Melo (SC), Ratinho Jr. (PR), Eduardo Leite (RS) e Ibaneis Rocha (DF).

Vieira justificou a inclusão de Tarcísio de Freitas e Cláudio Castro na lista de convocados, destacando que ambos lideram estados com forte atuação de grandes facções criminosas. Acrescentou ainda que ambos são opositores ao governo federal e foram eleitos com apoio de Jair Bolsonaro, sendo críticos das políticas de segurança pública atuais.

Além dos governadores, a CPI convocou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, o ministro da Defesa, José Múcio, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passo Rodrigues, e o diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa.

O senador Vieira ressaltou a importância de que a CPI mantenha um caráter técnico e equilibrado, com foco em informações concretas sobre o funcionamento do crime organizado. Segundo ele, a intenção é realizar um trabalho sério e consistente, com o objetivo de apresentar resultados relevantes à população.

Ao comentar sobre a recente operação policial no Rio de Janeiro, que resultou em um elevado número de mortes, Vieira defendeu uma análise abrangente do problema. Ele mencionou que, apesar do grande impacto da operação, incidentes semelhantes ocorrem com frequência, somando um número significativo de mortes em confrontos nos últimos anos.

Fonte: gazetabrasil.com.br

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