A Casa Branca foi palco de um jantar de gala na noite de terça-feira, liderado pelo ex-presidente Donald Trump, em homenagem ao príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman. Entre os convidados de honra estavam o jogador de futebol Cristiano Ronaldo e o empresário Elon Musk.
Ronaldo, atualmente no clube saudita Al Nassr, chegou ao salão momentos antes de Trump e do príncipe saudita. O atleta, cujo contrato com o Al Nassr se encerra neste verão, ocupou um lugar próximo ao anfitrião.
Durante seu discurso, Trump fez questão de destacar a presença do atacante. “Meu filho é um grande fã do Ronaldo”, disse o ex-presidente, revelando que seu filho Barron Trump, de 19 anos, teve a oportunidade de conhecer o ídolo. “Acho que ele me respeita um pouco mais agora, só pelo fato de eu ter apresentado vocês.” Ronaldo declarou recentemente que a Copa do Mundo de 2026 será a última de sua carreira.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, também compareceu ao jantar, a menos de dois anos do Mundial de 2026, coorganizado pelos EUA.
Elon Musk, proprietário da SpaceX, Tesla e X, também esteve presente, vestido de smoking e interagindo com os convidados em uma mesa iluminada por velas, embora não estivesse na mesma mesa de Trump. A presença de Musk foi vista como um sinal de reaproximação após tensões públicas anteriores. Apesar de ter criticado gastos governamentais e mencionado arquivos investigativos envolvendo Trump e Jeffrey Epstein, Musk foi convidado e compareceu ao jantar, sugerindo que a relação entre os dois pode ter sido restaurada.
Além das figuras de destaque, o jantar de gala contou com a presença do vice-presidente JD Vance, do secretário de Estado Marco Rubio, do presidente da Câmara Mike Johnson, do assessor de segurança interna Stephen Miller, de Donald Trump Jr., do presidente da FIFA Gianni Infantino e do âncora Bret Baier (Fox News).
Horas antes do jantar, a Câmara dos Deputados votou para exigir que o Departamento de Justiça divulgue todos os documentos ligados a Jeffrey Epstein. Mais cedo, Trump recebeu Mohammed bin Salman com uma cerimônia, incluindo sobrevoo de caças, apresentação da banda do Corpo de Fuzileiros Navais e salva de canhões. A recepção simboliza o retorno de Riad ao cenário político de Washington. Trump afirmou que o príncipe “não sabia de nada” sobre o assassinato de Jamal Khashoggi em 2018.
Fonte: gazetabrasil.com.br