SPA médico Kurotel alerta para sinais ignorados e riscos silenciosos
No Brasil, os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres — e mais de 60% só procuram atendimento médico quando os sintomas se tornam insuportáveis. O dado ajuda a explicar por que tantas mortes masculinas estão ligadas a doenças preveníveis, como hipertensão, obesidade, diabetes e sedentarismo. Neste Novembro Azul, o Kurotel – Centro Contemporâneo de Saúde e Bem-Estar reforça a urgência de discutir a saúde masculina de forma ampla, contínua e preventiva.
Segundo o médico do Kurotel, Dr. Gladistone Coghetto Junior, a campanha vai muito além da próstata. “O Novembro Azul costuma focar no câncer de próstata, mas quando olhamos a realidade brasileira, percebemos que os principais responsáveis pela mortalidade masculina — obesidade, hipertensão, dislipidemia, diabetes e sedentarismo — respondem por 50% a 70% dos óbitos. Por isso, no Kurotel trabalhamos de forma transdisciplinar para avaliar e cuidar da saúde como um todo”, afirma.
Mesmo sendo um tumor silencioso, o diagnóstico precoce é altamente eficaz. O rastreamento deve ser individualizado, considerando riscos, estilo de vida e histórico familiar.
“Homens de risco médio devem iniciar a discussão aos 50 anos. Já aqueles com maior risco — afrodescendentes e pessoas com parentes de primeiro grau diagnosticados de forma precoce — devem começar entre 40 e 45 anos”, explica o médico. O PSA, exame de sangue que mede o Antígeno Prostático Específico, segue como a principal ferramenta de rastreamento e pode ser combinado ao exame digital retal.
Os 5 sinais que os homens mais ignoram — segundo o Kurotel:
1. Cansaço persistente e falta de energia
2. Aumento da circunferência abdominal
3. Alterações urinárias
4. Ronco alto e pausas na respiração durante o sono
5. Queda no desempenho sexual
Muitos desses sintomas estão ligados a distúrbios metabólicos e cardiovasculares — e não devem ser normalizados como “coisas da idade”.
No Kurotel, a prevenção inclui a realização de programas personalizados de atividade física, alimentação equilibrada, acompanhamento psicológico e manejo do estresse, que completam o monitoramento contínuo da saúde masculina. “Quando o cuidado vira rotina, o homem ganha anos de vida — e, principalmente, anos de qualidade”, reforça o Dr. Gladistone.
Em um país onde os homens vivem menos e adoecem mais por condições preveníveis, o Novembro Azul serve como um ponto de partida para mudar comportamentos, romper resistências e incentivar uma cultura de autocuidado masculino.