Rio das Ostras, RJ – Um grave caso de desaparecimento mobiliza a Polícia Civil e a comunidade acadêmica da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Rio das Ostras. Paloma Fragoso Gomes, estudante de Enfermagem de 28 anos, foi vista pela última vez na manhã de sábado, 6 de dezembro, após deixar a moradia estudantil do campus da UFF, onde reside. O desaparecimento de Paloma Fragoso Gomes é tratado com extrema urgência, visto que a jovem estava no 9º período do curso e tinha agendada a apresentação de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para a segunda-feira seguinte. Sua ausência inesperada, sem qualquer aviso ou contato, gerou uma onda de preocupação entre colegas, professores e familiares, que ressaltam sua dedicação exemplar aos estudos e sua ativa participação na vida universitária.
Os últimos passos e o alerta inicial
A rotina antes do sábado
Na sexta-feira, dia 5 de dezembro, Paloma cumpriu sua rotina habitual, trabalhando como garçonete em um bar local. Seu expediente estendeu-se das 18h até o fechamento do estabelecimento, momento em que, segundo relatos, ela retornou para a moradia estudantil da UFF, onde residia. Sua presença no trabalho e o retorno à moradia foram confirmados, não havendo qualquer indício de anormalidade em seu comportamento ou em sua comunicação naquele dia. Esta foi a última vez que colegas de trabalho a viram em seu ambiente profissional, sem que nada indicasse o que aconteceria nas horas seguintes.
O sábado do desaparecimento
A manhã de sábado, 6 de dezembro, marcou a última visualização confirmada de Paloma. Por volta das 9h30, ela foi vista saindo da moradia estudantil da UFF por um segurança da instituição. Minutos depois, uma funcionária do bar onde Paloma trabalhava relatou à gerente ter avistado a estudante caminhando em direção ao bairro Âncora. Este é o último ponto de referência conhecido para a rota de Paloma. O bairro Âncora é uma região residencial de Rio das Ostras, e a direção que Paloma tomou está sendo investigada pela Polícia Civil na tentativa de mapear seu percurso e identificar possíveis câmeras de segurança ou testemunhas adicionais.
A preocupação acadêmica e profissional
Impacto na comunidade universitária
O impacto do desaparecimento de Paloma Fragoso Gomes reverberou intensamente na comunidade da Universidade Federal Fluminense. Paloma, uma estudante do 9º período de Enfermagem, era conhecida por sua dedicação exemplar aos estudos e por sua ativa participação na vida acadêmica. A proximidade da apresentação de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), agendada para a segunda-feira, dia 8, apenas dois dias após seu desaparecimento, intensificou a apreensão. Professores e colegas de curso expressaram grande preocupação, descrevendo Paloma como uma aluna aplicada e comprometida, cuja ausência é completamente atípica. O diretor da UFF em Rio das Ostras foi um dos primeiros a formalizar o registro de ocorrência na delegacia, demonstrando o nível de alarme dentro da instituição.
Ausência incomum no trabalho
A confiabilidade de Paloma estendia-se também à sua vida profissional. Como garçonete em um bar local, ela mantinha uma rotina de trabalho às terças, sextas e sábados. Segundo a gerente do estabelecimento, Paloma sempre comunicava qualquer necessidade de ausência com antecedência. A falta de contato desde sábado, dia 6, por telefone ou WhatsApp, e a ausência injustificada no trabalho foram cruciais para que a gerente também acionasse as autoridades. Este comportamento, completamente fora do padrão de Paloma, levantou imediatamente suspeitas de que algo sério poderia ter acontecido.
Mobilização familiar e a investigação policial
A família em busca de respostas
A notícia do desaparecimento de Paloma mobilizou sua família. Sua irmã, Kelly de Sousa Gomes, que reside no Espírito Santo, foi informada pela gerente do bar sobre a ausência da estudante. Kelly chegou a Rio das Ostras na segunda-feira e, no dia seguinte, reuniu um grupo de amigas de Paloma para iniciar uma campanha de busca ativa. Panfletos com a foto da jovem e informações de contato foram distribuídos em pontos estratégicos da cidade, na esperança de que alguma pista pudesse surgir da comunidade. A iniciativa demonstra o desespero e a união dos entes queridos na tentativa de localizar Paloma e trazê-la de volta em segurança.
Esforços da Polícia Civil
A Polícia Civil de Rio das Ostras assumiu a investigação do caso, tratando-o com a máxima urgência. As equipes estão empenhadas em coletar imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos e residências ao longo do possível trajeto de Paloma, a partir de sua última visualização. Além disso, novas testemunhas estão sendo procuradas e ouvidas, em um esforço para traçar com precisão a rota da estudante no dia de seu desaparecimento e identificar qualquer detalhe que possa levar ao seu paradeiro. As autoridades reforçam a importância da colaboração da população: qualquer informação, por menor que pareça, sobre o paradeiro de Paloma Fragoso Gomes, de 28 anos, deve ser comunicada imediatamente à Polícia Civil.
O caso de Paloma Fragoso Gomes ressalta a angústia vivida por famílias e comunidades quando entes queridos desaparecem sem deixar rastros. Em Rio das Ostras, a busca pela estudante de Enfermagem continua incessante, com a Polícia Civil e a família unindo esforços para desvendar o mistério. A esperança é que o apelo por informações e a dedicação das equipes investigativas possam trazer um desfecho seguro e que Paloma retorne ao convívio de seus familiares e amigos, que aguardam ansiosamente por notícias.