O Procon-SP divulgou nesta terça-feira um alerta crucial: o preço de um mesmo medicamento genérico pode variar impressionantes 2.433% em farmácias da capital paulista.
Essa diferença brutal significa que um remédio pode custar até 25 vezes mais, reforçando a urgência de pesquisar antes de comprar.
Um exemplo chocante da pesquisa, feita em maio, é o de um medicamento para disfunção erétil: 30 comprimidos foram achados por R$ 98,05 na Zona Norte e apenas R$ 3,87 na Zona Sul de São Paulo.
Apesar de os genéricos serem, em média, 63% mais baratos que os de referência, o levantamento mostra que a disparidade entre estabelecimentos é gigantesca, exigindo atenção.
Para economizar, o Procon-SP recomenda comparar preços e verificar a disponibilidade em programas sociais (federais, estaduais ou municipais). Descontos de planos de saúde e programas de fidelidade também ajudam.
É fundamental checar o registro no Ministério da Saúde, número do lote e prazo de validade na embalagem. Conversar com o médico sobre o uso de genéricos é sempre indicado.
A atenção do consumidor e a pesquisa são as melhores ferramentas contra preços abusivos de medicamentos.