Com 385 mil estrangeiros, a cidade de São Paulo se transforma em um caldeirão de culturas durante a Copa do Mundo, onde a paixão pelo futebol une torcedores de diversas nações.
Essa população, que representa 3% dos habitantes da capital paulista, vive intensamente a competição, dividida entre as raízes de seus países de origem e o carinho pelo Brasil.
O marroquino Bilal Boublaou, de 19 anos, chegou ao país em 2018 e hoje trabalha no comércio popular do Brás. Apaixonado por futebol, ele divide sua torcida entre a seleção marroquina e a brasileira. Bilal se adaptou à rotina da metrópole e vibrou com a histórica campanha do Marrocos na última Copa.
A egípcia Sylvia Boyadjan, de 57 anos, vive há quatro décadas no Brasil e é consultora em São Paulo. Nascida no Cairo, ela chegou em 1988 e se apaixonou pelo país. Sylvia ressalta o carinho dos egípcios pelo futebol brasileiro e, em uma eleição no Egito, chegou a usar o nome de Ronaldinho Gaúcho para conseguir uma foto na cabine de votação. Ela torce intensamente por sua seleção, na expectativa de uma campanha de sucesso.
A paixão pelo futebol segue unindo culturas e emoções na capital paulista, mostrando a riqueza da sua população estrangeira.