O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou formalmente o líder chinês Xi Jinping para uma visita de Estado à Casa Branca. O anúncio foi feito durante um banquete oficial em Pequim, que marcou o encontro entre os dois chefes de Estado nesta semana.
O gesto sinaliza uma fase de aproximação entre as duas maiores potências mundiais, com discursos conciliatórios e a busca por parcerias estratégicas globais.
Durante o evento, Trump classificou o encontro como “extraordinário” e agradeceu a hospitalidade chinesa. O republicano descreveu Xi Jinping como “amigo” e ressaltou que a relação entre EUA e China é “uma das mais transcendentes da história mundial”.
Em resposta, Xi Jinping afirmou que os dois países podem progredir juntos em seus projetos nacionais, agindo como “parceiros, e não rivais”. O líder chinês ainda destacou que Pequim e Washington compartilham interesses estratégicos globais.
O tom diplomático adotado por Trump chamou a atenção, com uma postura sóbria e alinhada ao roteiro oficial, incomum em suas aparições públicas. A reunião, sem transmissão televisiva ao vivo, manteve um caráter reservado.
Além das questões econômicas, os líderes discutiram temas estratégicos. Segundo comunicado da Casa Branca, houve consenso sobre a não proliferação nuclear no Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz para o tráfego internacional de petróleo. Xi Jinping ainda manifestou interesse em ampliar a compra de petróleo americano.
O caso segue repercutindo no cenário internacional.
Fonte: https://gazetabrasil.com.br