O ex-fuzileiro naval americano Robert Gilman foi libertado da Rússia nesta semana. Sua soltura, sem troca de prisioneiros, é resultado de negociação direta entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin.
Gilman estava detido há mais de quatro anos no país e seu estado de saúde era considerado delicado. Moscou alegou motivos humanitários para a liberação.
Gilman, 32 anos, foi preso em janeiro de 2022 na região russa de Voronezh. Ele foi acusado de agredir um policial e, posteriormente, agentes penitenciários, recebendo uma condenação de 10 anos de prisão.
A saúde do ex-fuzileiro era uma preocupação central nas últimas semanas. A ONG Global Reach, que defendeu sua libertação, alertou que Gilman estava "gravemente doente e sob risco de morte" devido a supostos maus-tratos e trabalhos forçados.
Donald Trump, que divulgou uma foto de Gilman no avião, afirmou ter conversado com o americano durante o voo de retorno. O ex-fuzileiro teria feito um pedido ao aterrissar: um hambúrguer com queijo. Sua mãe e outros familiares acompanham o retorno aos EUA.
Após chegar à Base Conjunta de Andrews, nos EUA, Gilman será transferido para um hospital militar no Texas. Lá, ele receberá atendimento médico especializado.
Fonte: https://gazetabrasil.com.br